8.1.12

À chegada


Ontem vi a orquestra de batuques e sopros da Bahia, que tinha um maestro que era só rir. Não há como não amar a Bahia.
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Já gargalhei muito com a Camila

Na 6ª estive com a Luisa, falámos horas sem fim, bebemos copos, abracei o Rafa e a Emilie, a Wania e o Vicente, e matámos saudades uns dos outros. Tinha tantas, tantas saudades dos manos Barreto. É maravilhoso ouvi-los rir dos meus palavrões, ao invés de ouvir repreensões. O povo tem de aprender a falar com o outro como se ele tivesse a idade que tem, e não como se fosse uma criancinha... É maravilhoso ouvir: toda a gente perguntou por você em Serrinha, a gente lembrou muito de você.
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Amanhã conto encontrar Fal e Marli e falar todo o mal do mundo que não falámos durante dois meses e meio. São as minhas pessoas preferidas pra falar mal do mundo. Eu e a Fal resolvemos todos, absolutmente todos os problemas da civilização ocidental, xingamos meio mundo, dizemos mal da outra metade e rimos muito. Muito mesmo.
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Assim que cheguei abracei a Silvia, que me recebeu com um sorriso enorme e me fez elogios vários ao cabelo novo. Aliás, não só ela, toda a gente... É um povo muito simpático.
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Já paguei uma fortuna por um trajeto de nem dez minutos, de taxi...
Às oito da noite ainda é de dia. São 6H15 e estão uns agradabilíssimos 25º. A hora da chuva mudou, agora é às 3 e tal. Hoje ainda não choveu.
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Na boa, a Vila Madalena está muito melhor frequentada do que o BA, a Bica e o caixidré juntos.
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As decorações de Natal da Paulista estão mais Disney do que nunca. A Paulista está linda e faz 120 anos.

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