29.6.09

Pelô


Como é lindo o Pelourinho... As casas cada uma de sua cor, as ruas de paralelipipedo, a música que sai das janelas e o cheirinho da comida no ar. A criançada a lançar foguinhos, os seus risinhos nervosos, a fugir do barulho e do estalido do fogo, na rua, sempre na rua. As pessoas que sobem e descem as ruas, com ar saudável que só a praia dá.

Sábado, de noite, tá cedo ainda. Praça Jorge Amado cheia de luz e de gente, lotada. Bancas a vender de um tudo. Gente que não acaba mais. São João emendado no fim-de-semana. O Pelô bomba, há uma banda a tocar, forró. Dois pra lá, dois pra cá. Os meus dois pés esquerdos até atinam. Pausa básica prós meninos irem à casa de banho. Nem sei de onde eles vieram. Um agarra a Bruna, o outro a mim. Sem perguntas, sem mais mais. Ainda lhe disse: eu não sei... Você vai aprender. E vai, dois pra cá, dois pra lá. Assim é o Pelô, assim é Salvador. A música acaba e o André e o Vini, que entretanto voltaram, assistem à cena. Oi, oi, passou bem pra cá, passou bem pra lá, conversa pra cá, conversa pra lá, eles vão e nós ficamos, os 4, de novo. Assim é o Pelô, assim é Salvador. Já disse que adoro Salvador? Eu ADORO Salvador. Eita cidade linda da porra!

[A foto não é minha. Aliás, não tirei foto nenhuma, uma vergonha...]

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